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Gestação com óvulos doados

Gestação com óvulos doados: opção inteligente para uma maternidade de fato.


Um dos grandes desafios da Medicina Reprodutiva é superar as baixas taxas de gestação em pacientes com mais de quarenta anos. A fertilidade feminina atinge seu pico por volta dos 25 anos, cai vagarosamente até os 35 anos, para então reduzir de forma cada vez mais acentuada até o fim da menacme (nome dado ao intervalo que compreende o início e o fim do período reprodutivo feminino). 


Vários protocolos estão sendo estudados com a finalidade de aumentar o recrutamento de óvulos em pacientes com mais de quarenta anos, mas o fato é que mesmo que os obtenhamos em número suficiente para uma fertilização, ou mesmo num ciclo natural, sua qualidade é, na maior parte das vezes, insuficiente para formar bons embriões. As taxas de gestação após os quarenta anos caem bastante, justamente porque os mecanismos embrionários de divisão celular estão prejudicados, sendo, por isso, altos os índices de falha de implantação e de abortamento. 


Por isso, se você tem mais de 40 anos ou menopausa precoce, ou ainda algum problema com a saúde dos seus óvulos, poderá ser que seu médico lhe indique a Fertilização In Vitro. Se este for seu caso, é importante que antes de descartar tal possibilidade você leve em consideração as seguintes ponderações: 

01

A mãe que gera e dá à luz é, legalmente, a mãe biológica. Entende-se que as trocas bioquímicas materno-fetais respaldam inegavelmente a legitimidade desta lei. Portanto, o casal está respaldado legalmente para quaisquer indagações jurídicas. 

02

O CFM - Conselho Federal de Medicina - respalda sobretudo o desejo concepcional do casal, expresso no processo médico iniciado desde a consulta até o fim do tratamento, para legitimar a parentalidade.

03

As características fenotípicas, que são aquelas adquiridas com o convívio social, como trejeitos, nuances de voz, comportamentos, entre outras, aproxima a aparência destes filhos com seus pais. É por isso que comumente - e você já deve ter experimentado essa sensação - casais que convivem juntos há muito tempo podem se assemelhar, assim como filhos não genéticos podem ter muito em comum com seus pais adotivos.

04

A maternidade e o amor não se resumem a questões genéticas. Não existe um gene que determina que “essa pessoa será geneticamente dominante para ser mãe” ou “aquela paciente tem heterozigose para o alelo genético que determina o amor”. Maternidade e paternidade são entidades desenvolvidas com o convívio, podendo se iniciar desde o momento da concepção ou a qualquer momento que se adota alguém como filho. O jargão que se ouve em propagandas publicitárias, “quando nasce um bebê, pronta para o ser. A mãe vai tomando sua forma de mãe com - e estritamente - pelo convívio com seu filho, independente de questões herdadas.

01

A mãe que gera e dá à luz é, legalmente, a mãe biológica. Entende-se que as trocas bioquímicas materno-fetais respaldam inegavelmente a legitimidade desta lei. Portanto, o casal está respaldado legalmente para quaisquer indagações jurídicas.

02

O CFM - Conselho Federal de Medicina - respalda sobretudo o desejo concepcional do casal, expresso no processo médico iniciado desde a consulta até o fim do tratamento, para legitimar a parentalidade.

03

As características fenotípicas, que são aquelas adquiridas com o convívio social, como trejeitos, nuances de voz, comportamentos, entre outras, aproxima a aparência destes filhos com seus pais. É por isso que comumente - e você já deve ter experimentado essa sensação - casais que convivem juntos há muito tempo podem se assemelhar, assim como filhos não genéticos podem ter muito em comum com seus pais adotivos.

04

A maternidade e o amor não se resumem a questões genéticas. Não existe um gene que determina que “essa pessoa será geneticamente dominante para ser mãe” ou “aquela paciente tem heterozigose para o alelo genético que determina o amor”. Maternidade e paternidade são entidades desenvolvidas com o convívio, podendo se iniciar desde o momento da concepção ou a qualquer momento que se adota alguém como filho. O jargão que se ouve em propagandas publicitárias, “quando nasce um bebê, pronta para o ser. A mãe vai tomando sua forma de mãe com - e estritamente - pelo convívio com seu filho, independente de questões herdadas.

05

Estudos respaldam que casais que inicialmente foram resistentes à ovodoação e depois a aceitaram, relatam que a questão da genética e as demais dúvidas pré-concebidas passaram a ser secundária ou a inexistir, predominando a grande satisfação pelo sonho alcançado.

06

As pacientes receptoras têm chances iguais ou maiores de engravidar que a doadora, pois não passaram pelo estresse bioquímico da estimulação ovariana com medicamentos. A probabilidade de gestação será a mesma para a faixa etária da paciente que doou os óvulos, podendo estar otimizada por vir de um ciclo livre de aplicações hormonais injetáveis, por isso as doadoras devem ser jovens.

07

As doadoras são rigorosamente investigadas clínica e laboratorialmente, garantindo que o material biológico doado seja seguro para a receptora. Portanto, foque-se em seu grande sonho. Aninhe-se nas evidências que esses já mais de quarenta anos da história da Fertilização in vitro nos tem mostrado. Seja prática, adequadamente crítica. E seja mãe!

05

Estudos respaldam que casais que inicialmente foram resistentes à ovodoação e depois a aceitaram, relatam que a questão da genética e as demais dúvidas pré-concebidas passaram a ser secundária ou a inexistir, predominando a grande satisfação pelo sonho alcançado.


06

As pacientes receptoras têm chances iguais ou maiores de engravidar que a doadora, pois não passaram pelo estresse bioquímico da estimulação ovariana com medicamentos. A probabilidade de gestação será a mesma para a faixa etária da paciente que doou os óvulos, podendo estar otimizada por vir de um ciclo livre de aplicações hormonais injetáveis, por isso as doadoras devem ser jovens.

07

As doadoras são rigorosamente investigadas clínica e laboratorialmente, garantindo que o material biológico doado seja seguro para a receptora. Portanto, foque-se em seu grande sonho. Aninhe-se nas evidências que esses já mais de quarenta anos da história da Fertilização in vitro nos tem mostrado. Seja prática, adequadamente crítica. E seja mãe!

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